analysis of immediate use of sunscreen after microneedling

Estudo em duas fases avaliou o uso imediato de protetor solar após microagulhamento. Na fase 1, após microagulhamento in vivo em pele abdominal removida por abdominoplastia, protetores físicos e físico-químicos foram misturados a tinta nanquim e analisados por microscopia óptica e eletrônica. O protetor físico-químico penetrou mais profundamente, com pigmento entre fibras colágenas e no citoplasma de fibroblastos dérmicos; o protetor físico permaneceu confinado à camada epidérmica superficial. Na fase 2, 30 voluntários foram distribuídos em G1 (microagulhamento roller), G2 (caneta de microagulhamento) e G3 (radiofrequência fracionada). O protetor físico foi aplicado imediatamente após o procedimento apenas na hemiface direita. Não houve reações adversas como prurido, dor ou sensibilidade, e a hiperemia foi menor no lado com protetor solar. Nos grupos G1 e G2, cerca de 80% apresentaram hiperemia no lado sem protetor, contra 20% no lado com protetor; G3 teve mais voluntários com hiperemia no lado com protetor. Ao final, 94% usariam o protetor após microagulhamento e 6% não usariam por não adaptação. Os autores concluíram que o protetor físico pode ser aplicado com segurança após microagulhamento, sem penetração além da epiderme, e que protetores químicos/orgânicos não são recomendados para uso imediato após procedimentos ablativos devido ao risco de penetração e alergia.
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