Celulite

Efeitos das Ondas Sônicas de Baixa Frequência no Fibro Edema Gelóide: Estudo de Caso.

Efeitos das Ondas Sônicas de Baixa Frequência no Fibro Edema Gelóide: Estudo de Caso.

Estudo de caso exploratório-descritivo avaliou efeitos de ondas sônicas de baixa frequência (bioressonância; 3 kHz, 40 minutos, 10 sessões, 3 vezes por semana) em duas voluntárias com Fibro Edema Gelóide (FEG) graus I e II, de 25 e 30 anos. Foram usados o Protocolo de Avaliação do FEG (PAFEG) e ultrassonografia de 12 e 14 MHz antes, após o tratamento e seis meses depois, sem tratamento. Nos exames de ultrassonografia, observou-se redução nítida do edema após as aplicações; aos seis meses, o edema retornou de forma mais branda que no exame inicial, com redução e manutenção da espessura da pele e boa manutenção em uma voluntária. Pelo PAFEG, não houve resultado clínico diferenciado antes e após o tratamento nem no follow-up, e nenhuma voluntária evitou os fatores de risco predisponentes. Concluiu-se que, pela análise das imagens ultrassonográficas, o uso das ondas sonoras de baixa frequência mostrou-se satisfatório no FEG, com melhora microcirculatória devido à redução do edema, embora clinicamente não tenha sido possível constatar a mesma evolução.

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