Estética Facial

Fotoenvelhecimento.

Fotoenvelhecimento.

O artigo revisa o fotoenvelhecimento cutâneo e o papel da fisioterapia dermato-funcional. A radiação ultravioleta (RUV) não ionizante, especialmente RUV-A (400–320 nm) e RUV-B (320–290 nm), induz danos ao DNA, geração de radicais livres e alterações funcionais e estéticas. A RUV-C (290–200 nm) é filtrada pelo ozônio. Fatores como estação, horário, latitude, altitude, albedo e nebulosidade alteram a dose. A exposição entre 10 e 16 h deve ser evitada. A pele possui defesas como espessamento epidérmico, pigmentação, reparo do DNA, apoptose e antioxidantes, que diminuem com a idade. Sinais clínicos incluem hipo/hiperpigmentação, rugas, manchas amareladas, flacidez, telangiectasias, desidratação, espessamento e doenças cutâneas; na derme, há hipertrofia vascular, acúmulo de polissacarídeos e elastose actínica. A classificação de Fitzpatrick (I–IV) orienta a fotoproteção. A prevenção primária inclui orientação sobre horários, roupas, chapéu, óculos e protetores com FPS baseado na dose eritematógena mínima. A secundária utiliza retinoides, antioxidantes, vitamina C tópica e suplementos orais. A terciária inclui peelings, microdermabrasão, lasers ablativo e não ablativo, luz intensa pulsada, radiofrequência, toxina botulínica e preenchimentos. Conclui-se que fisioterapeutas e profissionais habilitados podem atuar nos níveis de atenção à saúde para atenuar ou prevenir o fotoenvelhecimento.

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