Physiotherapy Practice postoperative blepharoplasty: experimental study

Estudo experimental quase-experimental avaliou o desempenho da fisioterapia no pós-operatório de blefaroplastia em 8 mulheres, com média de 60,1 anos, menopausadas. O tratamento iniciou no 2º dia pós-operatório, com técnica de bombeamento com gaze em pálpebras superior e inferior, drenagem linfática manual (DLM) cervical e facial pela técnica de Godoy e alongamento da cicatriz após retirada de pontos, em sessões de 40 minutos, totalizando 10 sessões. Quanto à escolaridade, 37,5% tinham ensino fundamental incompleto; 37,5% eram donas de casa. No pós-operatório imediato, 75% apresentaram edema e equimose; 25%, edema, dor e equimose. Na avaliação de qualidade de vida, 62,5% relataram que a blefaroplastia não afetou a qualidade de vida; 12,5%, que afetou pouco; e 25%, que afetou razoavelmente. O edema permaneceu 8 dias em 25%, 7 dias em 37,5% e 5 dias em 37,5%; a equimose permaneceu 10 dias em 12,5%, 8 dias em 12,5%, 7 dias em 37,5%, 5 dias em 12,5% e 4 dias em 25%; a dor esteve presente por 2 dias em 25%, 1 dia em 25% e ausente em 50%; a sensibilidade manteve-se em 100% durante os 10 dias. Não houve infecção, deiscência, hematoma, petéquias, fibrose, queloides, retração cicatricial, cicatriz hipertrófica ou síndrome do olho seco. Sugere-se que a fisioterapia no pós-operatório precoce diário pode ter contribuído para evitar complicações e que a blefaroplastia não afeta a qualidade de vida.
Receba o artigo completo em PDF
Preencha seus dados e o download começa em seguida.
