Estrias

Artigos científicos e conteúdos desta categoria.

Microeletrólisis Percutánea: Um Nuevo Recurso Médico Y Kinésico
Estrias
Microeletrólisis Percutánea: Um Nuevo Recurso Médico Y Kinésico
14 de setembro de 2024

O artigo apresenta a microeletrólise percutânea (MEP®) como recurso médico e fisioterapêutico. Descreve que as estrias decorrem de ruptura de fibras colágenas na derme, com redução da densidade de colágeno, escassez de vasos e aumento do tecido intersticial, podendo ser vermelhas, violáceas ou brancas, com ou sem depressão, e bilaterais. A corrente galvânica, criada por Volta em 1800, produz alterações teciduais por eletroforese e eletrólise. Na década de 1990, pesquisadores brasileiros verificaram que a aplicação percutânea de corrente microgalvânica com pulsos específicos gera resposta inflamatória local controlada, desencadeando reparação tecidual sem efeito sistêmico. A técnica MEP® tem indicações precisas para rugas e estrias e, segundo os autores, simplifica a aplicação e minimiza riscos. Também é descrita como ferramenta complementar à radiofrequência no tratamento de rugas de expressão, promovendo autorregeneração tecidual sem preenchimentos que podem resultar em aspecto antinatural.

Levantamento Retrospectivo Dos Atendimentos Em Estrias Do Ambulatório De Fisioterapia Dermato-Funcional.
Estrias
Levantamento Retrospectivo Dos Atendimentos Em Estrias Do Ambulatório De Fisioterapia Dermato-Funcional.
14 de setembro de 2024

Levantamento retrospectivo dos atendimentos em estrias no ambulatório de Fisioterapia Dermato-Funcional da Universidade Potiguar (UnP), Natal/RN, analisou 155 prontuários de 2000 a 2008. Foram 151 pacientes do sexo feminino e 4 do masculino, com faixa etária de 15 a 51 anos. O tratamento utilizou corrente galvânica (galvanopuntura). A média de sessões mais frequente foi de 4 a 7, realizadas uma vez por semana. Observou-se que 50,96% não concluíram o tratamento; 22% fizeram apenas o teste avaliativo de inflamação; e 28,96% realizaram no máximo 3 sessões. As principais causas de abandono foram: descrédito na terapia (21,93%), complicações (2%), uso de medicamentos antiinflamatórios (2%) e dor (2%).

Aplicação da Galvanoterapia em uma Máquina de Tatuar para Tratamento de Estrias.
Estrias
Aplicação da Galvanoterapia em uma Máquina de Tatuar para Tratamento de Estrias.
14 de setembro de 2024

Artigo original avaliou a aplicação da galvanoterapia associada a uma máquina de tatuar (protótipo) no tratamento de estrias atróficas. Estudo experimental com uma participante de 20 anos tratou três estrias em sete sessões semanais: estria 1 recebeu máquina de tatuar sem corrente galvânica; estria 2, galvanopuntura tradicional; estria 3, máquina de tatuar com corrente galvânica. A avaliação incluiu ficha fisioterapêutica, estesiômetro, escala analógica de dor e biópsias antes e após as sete sessões. O tempo médio de aplicação foi de 1 minuto nas estrias 1 e 3 e de 3 minutos na estria 2. A sensibilidade inicial foi 4,0 g (vermelho). Após o tratamento, as estrias 1 e 3 apresentaram sensibilidade normal (0,05 g, verde), enquanto a estria 2 permaneceu com sensibilidade diminuída (0,2 g). A dor foi grau 2 na estria 2 e grau 1 nas estrias 1 e 3. O tempo de inflamação foi de cerca de 7 dias na estria 1, 6 dias na estria 3 e 5 dias na estria 2. Concluiu-se que a maior eficácia desse tratamento foi utilizando a corrente galvânica; porém, associada à máquina de tatuar, os resultados foram superiores, com maior tempo inflamatório, menor tempo para efetuar a aplicação e menor dor e desconforto à paciente. Os autores acreditam que o protótipo seja útil na prática clínica da fisioterapia dermato-funcional.