Magnetoterapia

Artigos científicos e conteúdos desta categoria.

Effect Of The Magnetotherapy In The Regeneration After Tenotomy In Animals Magnetotherapy In The Regeneration
Magnetoterapia
Effect Of The Magnetotherapy In The Regeneration After Tenotomy In Animals Magnetotherapy In The Regeneration
14 de setembro de 2024

Ensaio controlado randomizado avaliou o efeito da magnetoterapia (campo eletromagnético pulsado, PEMF) na regeneração após tenotomia do tendão calcâneo em 30 ratas Wistar, divididas em 5 grupos: controle sem lesão (14 dias), controle com lesão (7 e 14 dias) e tratados com PEMF (5 ou 12 aplicações, iniciadas 24h após a lesão). Parâmetros: 20 mT, 50 Hz, 30 minutos por sessão, aparelho Magnetherp 330 (Meditea). A análise histológica avaliou colágeno, fibras elásticas e inflamação. O grupo tratado com 5 aplicações, aos 7 dias, apresentou menor resposta inflamatória aguda que o controle com lesão. O grupo tratado com 12 aplicações, aos 14 dias, não mostrou inflamação aguda ou crônica e teve reparo acelerado sem fibrose, diferentemente do controle. Concluiu-se que a magnetoterapia diminuiu sinais inflamatórios na fase aguda, acelerou o reparo com início de fibrose em 7 dias e, aos 14 dias, o tecido tendíneo estava cicatrizado, com fibrose em organização e sem inflamação aguda ou crônica.

Efeitos Da Magnetoterapia No Tratamento Da Dor Na Osteoartrose De Joelho
Magnetoterapia
Efeitos Da Magnetoterapia No Tratamento Da Dor Na Osteoartrose De Joelho
14 de setembro de 2024

Ensaio clínico controlado investigou os efeitos da magnetoterapia no tratamento da dor em pacientes com osteoartrose de joelho. Foram selecionados 20 voluntários com diagnóstico clínico de OA graus I a III (Ahlback), divididos em dois grupos de 10: G1 (controle) realizou apenas exercícios terapêuticos; G2 (tratado) realizou exercícios associados à magnetoterapia. A intervenção durou 7 semanas (22 encontros), com avaliações por WOMAC, Timed Up and Go (TUG) e Escala Visual Analógica (EVA). A magnetoterapia foi aplicada com equipamento MAGNETHERAP®, programa de tratamento da dor, campo eletromagnético de 200 Gauss, bobina chata, 25 Hz, 30 minutos, 3 vezes por semana. Observou-se diferença estatisticamente significativa (*p<0,05 e **p<0,01) para diminuição da dor, rigidez e melhoria da capacidade funcional dos pacientes. Concluiu-se que a magnetoterapia promove redução da dor e melhora da capacidade funcional em pacientes com osteoartrose de joelho.

Magnetoterapia: É Possível Este Recurso Fazer Parte Da Rotina Do Fisioterapeuta Brasileiro?
Magnetoterapia
Magnetoterapia: É Possível Este Recurso Fazer Parte Da Rotina Do Fisioterapeuta Brasileiro?
14 de setembro de 2024

Revisão sistemática sobre o uso de campos eletromagnéticos pulsados (CEMP)/magnetoterapia na fisioterapia. O recurso é frequente em diversos países, exceto no Brasil. Foram consultadas bases Pubmed de 1968 a 2010 com as palavras-chave “PEMF” (274 resultados) e “Pulsed Electromagnetic Fields” (899 resultados); após levantamento, selecionaram-se 36 artigos de 1981 a 2008, de forma manual, e 6 livros. Os achados relatam resultados positivos no tecido ósseo, especialmente consolidação de fraturas e osteoporose, devido à ação piezoelétrica, além de efeitos anti-inflamatórios e regenerativos. Também são citados estímulo à regeneração nervosa, proteção/regeneração da cartilagem articular e cicatrização. A literatura apresenta informações incompletas sobre parâmetros de uso; há contraindicações e precauções. Conclui-se que o conhecimento desse recurso deve ser despertado nos profissionais de saúde para que a magnetoterapia possa fazer parte da rotina do fisioterapeuta brasileiro, beneficiando pacientes de diferentes faixas etárias e problemas, e sugere-se fabricação nacional de aparelhos geradores de PEMF para diminuir custos e facilitar o acesso.

Comparative Study Of Magnetotherapy Action In Skin Damages.
Magnetoterapia
Comparative Study Of Magnetotherapy Action In Skin Damages.
14 de setembro de 2024

Estudo experimental comparou o efeito da magnetoterapia no processo de cicatrização de lesões cutâneas em ratos diabéticos. Foram utilizados 30 ratos Wistar machos (100–160 g), distribuídos em 5 grupos, com aplicação de campo eletromagnético pulsado (magnetoterapia) no dorso. Grupos: G1 controle sem lesão, sem aplicação e sem diabetes, com sacrifício imediato; G2 controle com lesão, sem aplicação e sem diabetes, sacrificado em 48 h; G3 com lesão, sem diabetes, tratado e sacrificado em 48 h; G4 controle com lesão, sem aplicação, com diabetes, sacrificado em 48 h; G5 com lesão, com aplicação, com diabetes, sacrificado em 48 h. A lesão foi incisão dorsal de 2 cm²; a diabetes foi induzida por estreptozotocina, e a magnetoterapia foi iniciada 24 h após a lesão, com parâmetros de 20 mT, 50 Hz e 30 minutos por sessão. A análise histológica mostrou: G1 sem alterações; G2 granulação leve, edema, inflamação e neutrófilos; G3 granulação acentuada, muitos vasos sanguíneos, tecido conjuntivo e formação de novos vasos; G4 edema, crosta densa com neutrófilos e sangramento; G5 área com pouco edema, inflamação, presença de microvasos, monócitos e hemácias agrupadas. Concluiu-se que o processo de cicatrização foi acelerado pela aplicação da magnetoterapia.