Ozonioterapia

Artigos científicos e conteúdos desta categoria.

EFEITO DA OZONIOTERAPIA ATRAVÉS DO USO ÓLEO OZONIZADO NO REPARO DE ÚLCERAS: ESTUDO EXPERIMENTAL
Ozonioterapia
EFEITO DA OZONIOTERAPIA ATRAVÉS DO USO ÓLEO OZONIZADO NO REPARO DE ÚLCERAS: ESTUDO EXPERIMENTAL
14 de setembro de 2024

Estudo experimental quase-experimental avaliou ozonioterapia tópica com óleo ozonizado (óleo de girassol e coco extravirgens processados em máquina de ozônio) no reparo de úlceras. Iniciou com 20 voluntários de ambos os sexos, 40–70 anos, com úlceras venosas, arteriais e/ou pé diabético; concluíram 9 (idade média 62,11±7,9 anos; peso inicial médio 82,66±6,1 kg), com comorbidades como hipertensão e diabetes mellitus tipos 1 e 2. Aplicações semanais, com curativos domiciliares 2x/dia, totalizando 13 encontros avaliativos; houve perdas por desistência e complicações clínicas. Áreas mensuradas por ImageJ e Escala de Bates. Observou-se melhora clínica e cicatrização acelerada; na comparação entre área inicial e final houve redução significativa (p<0,001). Na tabela individual, pacientes 1, 2, 3 e 4 apresentaram redução; pacientes 5 e 8 tiveram aumento; pacientes 6 e 9 tiveram dados finais incompletos/ilegíveis. Conclusão do artigo: óleo ozonizado promoveu melhora clínica na cicatrização das úlceras.

ANÁLISE DA DEGRADAÇÃO DO OZÔNIO EM DIFERENTES TIPOS DE ÁGUA
Ozonioterapia
ANÁLISE DA DEGRADAÇÃO DO OZÔNIO EM DIFERENTES TIPOS DE ÁGUA
14 de setembro de 2024

Estudo original avaliou a degradação do ozônio após ozonização de água destilada e bidestilada. Utilizou-se equipamento Ozion (IBRAMED) e protocolo para 500 mL, tempo de 2,56 min e concentração alvo de 20 µg/mL. A produção de O3 ocorreu por borbulhamento de O2 puro (~110 mL/min), com concentração final de 90 µg/mL. A análise da concentração em água usou método colorimétrico com DPD e leitura em 415 nm. Foram coletadas três amostras por período. No tempo 0, a água destilada apresentou 25 µg/mL, minimamente acima da concentração de interesse, e a bidestilada 17,9 µg/mL, próxima ao alvo. O processo de degradação foi similar entre os tipos de água. Na água bidestilada, a concentração caiu para abaixo de 10 µg/mL após 30 min. Na água destilada, somente após 90 min a média permaneceu próxima de 10 µg/mL, cerca de metade da concentração inicial, mantendo-se até 360 min. Concluiu-se que o O3 é solúvel nos dois tipos de água, mas sua degradação ocorre de forma rápida e dependente do tempo.

Ozone Therapy For Dermatological Conditions: A Systematic Review
Ozonioterapia
Ozone Therapy For Dermatological Conditions: A Systematic Review
14 de setembro de 2024

Resumo editorial do material disponível. Trata-se do artigo intitulado "Ozone Therapy for Dermatological Conditions: A Systematic Review" (Ozônioterapia em Condições Dermatológicas: Uma Revisão Sistemática), de autoria de Débora Aparecida Oliveira Modena (PhD), Rafael de Castro Ferreira (MSc), Patricia Meyer Froes (PhD) e Katya Cristina Rocha (PhD). Filiações informadas na fonte: Dr.ª Oliveira Modena — Departamento de Cirurgia, Instituto de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Campinas, São Paulo, Brasil, e Departamento de Medicina Celular e Molecular, Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, São Paulo, Brasil; Sr. de Castro Ferreira — Departamento de Medicina Celular e Molecular, Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, São Paulo, Brasil; Dr.ª Froes — Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Natal, Brasil; Dr.ª Rocha — Departamento de Patologia, Faculdade de Medicina do ABC, Santo André (registro incompleto na fonte). O conteúdo fornecido limita-se ao título, à imagem de abertura e às informações de autoria e filiação. Não estão disponíveis resumo estruturado, delineamento metodológico, bases de dados pesquisadas, critérios de inclusão, número de estudos analisados, desfechos, resultados ou conclusões. Assim, não é possível, com base exclusivamente neste material, descrever achados ou emitir recomendações sobre eficácia, segurança ou indicações da ozônioterapia em condições dermatológicas para profissionais de saúde.

Fundamentals of the Use of Ozone Therapy in the Treatment of Aesthetic Disorders: A Review
Ozonioterapia
Fundamentals of the Use of Ozone Therapy in the Treatment of Aesthetic Disorders: A Review
14 de setembro de 2024

Revisão narrativa exploratória sobre fundamentos fisiológicos e práticos da ozonioterapia em disfunções estéticas. Foram analisados artigos, livros, teses e dissertações em MEDLINE, PubMed, SCIELO e LILACS, em português, inglês, espanhol e russo/ucraniano, com descritores como ozônio, ozonioterapia, celulite, gordura localizada, estrias, rugas e acne. A busca identificou 31 estudos (2004–2021). O ozônio atua por estímulo circulatório e maior oxigenação tecidual; efeito anti-inflamatório com redução de citocinas pró-inflamatórias e ativação de Nrf2/inibição de NF-κB; ação antibacteriana por oxidação de membranas; modulação do estresse oxidativo; estímulo à cicatrização e efeito lipolítico por peroxidação lipídica. As vias incluem transcutânea (bolsas, compressas, ventosas, óleo e água ozonizados) e invasivas (insuflação retal, injeção intradérmica e subcutânea). Conclui-se que a ozonioterapia contribui para procedimentos estéticos, como ação coadjuvante ou agente principal, com efeitos fisiológicos relevantes e mínimos efeitos adversos.

Effects of subcutaneous injection of ozone during wound healing in rats
Ozonioterapia
Effects of subcutaneous injection of ozone during wound healing in rats
14 de setembro de 2024

Este estudo avaliou os efeitos da injeção subcutânea de ozônio (IOT) na cicatrização de feridas em ratos, com foco na expressão de FGF2 e na diferenciação miofibroblástica. Foram criadas feridas excisionais de espessura total em 24 ratos Wistar machos: grupo controle (lesão, n=12) e grupo IOT (n=12), avaliados aos 7 e 14 dias (n=6 por período). O ozônio gasoso (0,1 mL) foi injetado por via subcutânea nos quatro lados da borda da lesão, diariamente; o controle recebeu veículo. Realizaram-se análises morfométricas, histopatológicas e quantificação digital de imunorreatividade para actina de músculo liso (SMA) e FGF2. As feridas tratadas apresentaram menos células inflamatórias, maior celularidade dérmica e deposição intensa de colágeno. A área média da ferida foi menor no grupo IOT aos 7 dias (p=0,0020) e 14 dias (p=0,0002), assim como o número de neutrófilos (p=0,0016 e p=0,0004). Não houve diferença para linfócitos (p>0,05) nem efeitos adversos. A deposição de colágeno foi maior no grupo tratado aos 7 dias (p=0,0027) e 14 dias (p=0,0015); o colágeno tipo I foi maior aos 7 dias (p=0,0044). FGF2, densidade de microvasos e miofibroblastos foram significativamente maiores nas feridas tratadas. Concluiu-se que a injeção subcutânea de ozônio acelera e melhora o reparo de feridas; seu mecanismo pode envolver a superexpressão de FGF2.