Microeletrólise Percutânea (MEP)

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Efeitos Da Microelectrólisis Percutânea (MEP®) Na Dor E Na Funcionalidade De Pacientes Com Tendinopatia Calcânea.
Microeletrólise Percutânea (MEP)
Efeitos Da Microelectrólisis Percutânea (MEP®) Na Dor E Na Funcionalidade De Pacientes Com Tendinopatia Calcânea.
14 de setembro de 2024

Introdução: As tendinopatias do calcâneo estão entre as lesões tendíneas mais frequentes no sistema musculoesquelético. Objetivo: Avaliar os efeitos da Microelectrólisis Percutânea (MEP®) na dor e funcionalidade de pacientes com tendinopatia calcânea. Método: Ensaio clínico controlado e randomizado com 20 pacientes com tendinopatia de Aquiles, divididos aleatoriamente em grupo controle (G1), submetido a protocolo convencional, e grupo experimental (G2), submetido à MEP®. Realizaram-se dois atendimentos semanais durante um mês, totalizando oito sessões. A avaliação utilizou quatro perguntas do questionário VISA-A relacionadas à funcionalidade e à prática de exercício. Os dados foram analisados por teste t pareado e independente (p<0,05). Resultados: Na dor ao descer escadas, houve redução no G1 (p<0,05) e no G2 (p<0,001), com maior redução entre grupos no G2 (p<0,001). Na dor após aquecimento, observou-se redução no G2 (p<0,001), sendo maior que no G1 (p<0,05). Na dor após caminhada, houve redução no G1 (p<0,05) e no G2 (p<0,001), com maior redução no G2 (p<0,05). Na dor após exercício, houve redução no G2 (p<0,001), com maior queda entre grupos no G2 (p<0,05). Conclusão: A MEP® favorece a redução da dor em atividades funcionais.

Análise Histológica Dos Efeitos Imediato Da Microeletrólise Percutânea (MEP) No Tecido Muscular Sadio De Ratos WISTAR.
Microeletrólise Percutânea (MEP)
Análise Histológica Dos Efeitos Imediato Da Microeletrólise Percutânea (MEP) No Tecido Muscular Sadio De Ratos WISTAR.
14 de setembro de 2024

Estudo experimental analisou os efeitos imediatos da microeletrólise percutânea (MEP®) no tecido muscular sadio de ratos Wistar. Vinte e cinco ratos machos (300±50 g) foram divididos em cinco grupos (n=5): G1 controle; G2 MEP® desligada, sacrifício imediato; G3 MEP® desligada, sacrifício após 24 h; G4 MEP® ligada, sacrifício imediato; G5 MEP® ligada, sacrifício após 24 h. Realizaram-se três aplicações de 1 minuto no músculo gastrocnêmio direito, com agulha 0,22x13 mm, corrente de 0,1 mA aumentada para 0,3 mA e densidade de 3,31 mA/cm². A análise histológica foi qualitativa, com cortes em parafina corados por HE. No G1, fibras organizadas sem inflamação, edema ou cicatriz. No G2, houve hemorragia na fáscia muscular e congestão vascular sem inflamação. No G3, congestão vascular, inflamação discreta no local da agulha, edema e predomínio de neutrófilos. No G4, congestão vascular, inflamação, edema entre fibras, neutrófilos, linfócitos e mastócitos. No G5, inflamação com muitas células inflamatórias entre as fibras, mastócitos e lesão por liquefação. Concluiu-se que a MEP® estimula a inflamação e provoca necrose por liquefação no tecido muscular sadio de ratos Wistar. Perderam-se algumas lâminas; analisaram-se três por grupo.

Effects Of Percutaneous Microelectrolysis (MEP® ) On Pain, Rom And Morning Stiffness In Patients With Achilles Tendinopathy.
Microeletrólise Percutânea (MEP)
Effects Of Percutaneous Microelectrolysis (MEP® ) On Pain, Rom And Morning Stiffness In Patients With Achilles Tendinopathy.
14 de setembro de 2024

Ensaio clínico randomizado controlado avaliou os efeitos da microeletrólise percutânea (MEP®) sobre dor, amplitude de movimento (ADM) e rigidez matinal em pacientes com tendinopatia do calcâneo. Vinte pacientes foram divididos em Grupo Controle (G1), submetido a aquecimento, alongamentos, massagem, alongamento da fáscia plantar e exercícios excêntricos duas vezes/semana por um mês (oito sessões), e Grupo Tratamento (G2), que recebeu o mesmo protocolo mais MEP® uma vez/semana. Avaliaram-se rigidez matinal (VISA-A), ADM (goniometria) e dor (EVA) antes e após cada sessão. Na rigidez matinal, houve redução intragrupo no G1 (p<0,05) e no G2 (p<0,001), com redução maior no G2 (p<0,001). Para ADM, a análise intragrupo mostrou significância (p<0,05) para flexão plantar e eversão pré vs. pós em ambos os grupos; a intergrupos mostrou diferença significativa para flexão plantar e eversão (p<0,05). Para dor, não houve diferença significativa nas três primeiras sessões (p=0,059); houve diferença na sessão 4 (p<0,05) e nas sessões 5 a 8 (p<0,001). Concluiu-se que o G2 apresentou maior redução da dor, aumento da ADM do tornozelo e diminuição da rigidez matinal vs. G1. Limitações: métodos subjetivos (EVA e goniometria) e ausência de ultrassonografia com elastografia. A MEP® mostrou-se promissora, simples e com potencial impacto em custos de saúde pública.